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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

O que o sucesso do Google e o 11 de Setembro tem em comum?

Para Nassim Nicholas Taleb, ambos são exemplos claros de Cisnes Negros: eventos imprevisíveis e impactantes cuja natureza extraordinária está na base de quase tudo o que acontece no mundo, da ascensão das religiões à nossa vida pessoal. Em A lógica do Cisne Negro, um dos maiores especialistas de risco da atualidade propõe o mapeamento e a gestão do desconhecido, do pouco provável,do extremo. Para o autor, a fragilidade do conhecimento e a limitação do aprendizado baseado na observação e na experiência levam o ser humano a se defrontar com situações totalmente inesperadas.
Nesta obra, o leitor aprenderá, com idéias simples, a tirar proveito de Cisnes Negros e ter outra visão de mundo. Seu livro anterior,o best seller Iludido pelo acaso, foi publicado em vinte idiomas.
Taleb vive na maior parte do tempo em Nova York.

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Organizada a cada 2 anos pela Câmara Brasileira do Livro, a Bienal Internacional do Livro de São Paulo é considerada um dos maiores eventos mundiais do setor editorial.

Muito mais do que um importante evento comercial, durante 11 dias a BIENAL torna-se palco de inúmeras atrações para editores, livreiros, distribuidores, gestores de bibliotecas, universidades, escolas e ong´s, além de professores, estudantes, autores, agentes literários e outros profissionais do mercado cultural.

Com a presença de expositores nacionais e estrangeiros, e sem perder o objetivo de difundir o livro e o hábito da leitura entre os brasileiros, a Bienal oferece centenas de atividades paralelas. Entre elas, estarão um espaço para debates para professores, espaço para universitários e literários e um salão de idéias. Fora isso, ainda terão as diversas sessões de autógrafos espalhados pelos stands das editoras.

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Além de ser um ótimo compositor e cantor, Chico Buarque é um grande escritor. Entre os títulos de seus livros estão Estorvo, Benjamim e Budapeste.

Budapeste conta a história de um escritor anônimo que escreve para que outras pessoas assinem a autoria do texto. O personagem principal do livro é o ghost-writer José Costa. Em uma viagem para participar de um congresso de ghost- writers em Istambul, José Costa faz uma escala forçada na Hungria. Após o evento, resolve voltar à capital húngara para aprender o idioma, e torna-se amante de sua professora.

Esta obra de Chico Buarque irá virar filme. O roteiro será assinado por Rita Buzzar, que não esconde sua animação por Chico ter aprovado sua idéia.”Chico homenageia a palavra neste livro. Senti medo de trair o universo que criou, então tive cuidado. Ele é generoso e ajudou muito”, conta Rita Buzzar.

A produtora e o compositor escolheram quem iria dirigir o filme juntos. O papel de diretor foi concedido a Walter Carvalho, que realiza seu primeiro longa-solo de ficção.

As filmagens de Budapeste começaram na semana passada, no Rio de Janeiro. O filme deve chegar aos cinemas no final de 2008, ou início de 2009.

 

Uma leitura que voa este é um livro do qual gostei muito. Veremos se o filme faz juz à obra.

 

Trecho: “Cobri o texto com as mãos e fui removendo os dedos a cada milímetro, fui abrindo as palavras letra a letra como jogador de pôquer filando cartas, e eram precisamente as palavras que eu esperava. Então tentei as palavras mais inesperadas, neologismos, arcaísmos, um puta que o pariu sem mais nem menos, metáforas geniais que me ocorriam de improviso, e o que mais eu concebesse já se achava ali impresso sob minhas mãos. Era aflitivo, era como ter um interlocutor que não parasse de tirar palavras da minha boca, era uma agonia. Era ter um plagiário que me antecedesse, ter um espião dentro do crânio, um vazamento na imaginação.” (p. 24)

 

 

 

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Não deixe de ler também:

 

 

Biblioteca Virtual

 

Chico Buarque lê ‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’

 

Os livros que não lemos – por Umberto Eco

 

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Ao mesmo tempo que ousava desvelar as profundezas de sua alma em seus escritos, Clarice Lispector costumava evitar declarações excessivamente íntimas nas entrevistas que concedia, tendo afirmado mais de uma vez que jamais escreveria uma autobiografia. Contudo, nas crônicas que publicou no Jornal do Brasil entre 1967 e 1973, deixou escapar de tempos em tempos confissões que, devidamente pinçadas, permitem compor um auto-retrato bastante acurado, ainda que parcial. Isto porque Clarice por inteiro só os verdadeiramente íntimos conheceram e, ainda assim, com detalhes ciosamente protegidos por zonas de sombra. A verdade é que a escritora, que reconhecia com espanto ser um mistério para si mesma, continuará sendo um mistério para seus admiradores, ainda que os textos confessionais aqui coligidos possibilitem reveladores vislumbres de sua densa personalidade.

A descoberta do amor       

 “[…] Quando criança, e depois adolescente, fui precoce em muitas coisas. Em sentir um ambiente, por exemplo, em apreender a atmosfera íntima de uma pessoa. Por outro lado, longe de precoce, estava em incrível atraso em relação a outras coisas importantes. Continuo, aliás, atrasada em muitos terrenos. Nada posso fazer: parece que há em mim um lado infantil que não cresce jamais.
Até mais que treze anos, por exemplo, eu estava em atraso quanto ao que os americanos chamam de fatos da vida. Essa expressão se refere à relação profunda de amor entre um homem e uma mulher, da qual nascem os filhos. […] Depois, com o decorrer de mais tempo, em vez de me sentir escandalizada pelo modo como uma mulher e um homem se unem, passei a achar esse modo de uma grande perfeição. E também de grande delicadeza. Já então eu me transformara numa mocinha alta, pensativa, rebelde, tudo misturado a bastante selvageria e muita timidez.
       Antes de me reconciliar com o processo da vida, no entanto, sofri muito, o que poderia ter sido evitado se um adulto responsável se tivesse encarregado de me contar como era o amor. […] Porque o mais surpreendente é que, mesmo depois de saber de tudo, o mistério continuou intacto. Embora eu saiba que de uma planta brota uma flor, continuo surpreendida com os caminhos secretos da natureza. E se continuo até hoje com pudor não é porque ache vergonhoso, é por pudor apenas feminino.
Pois juro que a vida é bonita.”

Temperamento impulsivo

       “Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
       Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. […] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.”

Ideal de vida

       “Um nome para o que eu sou, importa muito pouco. Importa o que eu gostaria de ser.
       O que eu gostaria de ser era uma lutadora. Quero dizer, uma pessoa que luta pelo bem dos outros. Isso desde pequena eu quis. Por que foi o destino me levando a escrever o que já escrevi, em vez de também desenvolver em mim a qualidade de lutadora que eu tinha? Em pequena, minha família por brincadeira chamava-me de ‘a protetora dos animais’. Porque bastava acusarem uma pessoa para eu imediatamente defendê-la.
       […] No entanto, o que terminei sendo, e tão cedo? Terminei sendo uma pessoa que procura o que profundamente se sente e usa a palavra que o exprima.
É pouco, é muito pouco.”
 

Escritora, sim; intelectual, não

       “Outra coisa que não parece ser entendida pelos outros é quando me chamam de intelectual e eu digo que não sou. De novo, não se trata de modéstia e sim de uma realidade que nem de longe me fere. Ser intelectual é usar sobretudo a inteligência, o que eu não faço: uso é a intuição, o instinto. Ser intelectual é também ter cultura, e eu sou tão má leitora que agora já sem pudor, digo que não tenho mesmo cultura. Nem sequer li as obras importantes da humanidade.
[…] Literata também não sou porque não tornei o fato de escrever livros ‘uma profissão’, nem uma ‘carreira’. Escrevi-os só quando espontaneamente me vieram, e só quando eu realmente quis. Sou uma amadora?
       O que sou então? Sou uma pessoa que tem um coração que por vezes percebe, sou uma pessoa que pretendeu pôr em palavras um mundo ininteligível e um mundo impalpável. Sobretudo uma pessoa cujo coração bate de alegria levíssima quando consegue em uma frase dizer alguma coisa sobre a vida humana ou animal.”

“Sou tão misteriosa que não me entendo.”

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A busca pelo assunto é enorme, aqui estão algumas das palavras que são buscadas quando se pensa em Literatura e Cultura:

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