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Archive for the ‘literatura’ Category

Livros… livros e mais livros…

Aproveitando o tema deste blog, tenho ótimas dicas de livros para vocês. Eu li os três há pouco tempo e simplesmente adorei!!!

Os livros são:

– Livro: Amor em Minúscula (Francesc Miralles).

Conta sobre a vida de Samuel, professor de filosofia alemã, 40 anos e com uma vida monótona, até o dia que adota um gato, ou melhor, o gato o adota. Mishima, nome dado ao gato, o leva ao encontro de pessoas que ele nunca pensava em conhecer ou reencontrar, entre elas, uma antiga paixão, Gabrielle.

A partir daí, uma grande aventura começa, com várias de revelações surpreendentes.

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O site para quem quer conhecer o livro, o autor, ou até mesmo ler um trexo do livro é:

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http://www.amoremminuscula.com.br

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– Livro: O Lobo das Planícies (Conn Iggulden).

Recria a saga do imperador mongol Gênsis Khan e de seus descendentes, contando sobre a vida de Temujin, que aos 11 anos perdeu seu pai, o líder da tribo, e, ao ser abandonado, passou a vagar pelas planícies.

Aos poucos, Temujin foi demonstrando grande habilidade com as armas e, ao se juntar com outros excluídos como ele, foi conquistando diversas tribos. Nasce ai um novo imperador.

O site desse livro é:

http://www.record.com.br/olobodasplanicies

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– Livro: Criança 44 (Tom Rob Smith).

O livro gira em torno de uma criança que fora encontrada morta em um trilho de trem, na Rússia em 1953 (época de Stalin). A família acredita que tenha sido assassinato. Ao mesmo tempo, a polícia tenta convencer a família que a morte da criança foi um acidente.

Com o passar dos anos, um agente da polícia se convence de que a morte da criança não foi um pequeno acidente e resolve investigar mais a fundo. Seus superiores ordenam-lhe que ignore tal suspeita, correndo o risco de perder tudo caso não o fizesse, mas algo lhe dizia que havia algo por trás de tudo, desconfiando de existir um psicopata na história. Resolve, então, investigar e perseguir o assassino, jogando tudo para o alto, se tornando um inimigo do Estado.

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Esse livro não possui site, porém é possível ler o primeiro capítulo no site:

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http://www.primeirocapitulorecord.com.br/

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Os três livros são muito diferentes… mas os três muito bons!!!!! Valeu a pena ler!!!

Bjão pessoal!!!

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Aluno lê 1,7 livro ao ano por vontade própria

Pesquisa inédita mostra que outros 5,5 exemplares lidos são didáticos

Os estudantes brasileiros lêem 7,2 livros por ano, mas 5,5 deles são didáticos ou indicados pela escola. Apenas 1,7 livro é lido por vontade e escolha própria. Esses são alguns dos resultados da pesquisa Retratos da Leitura que o Instituto Pró-Livro divulga hoje em Brasília, obtidos com exclusividade pelo Estado. Foi a primeira vez que os hábitos de leitura dos alunos de todas as idades foram analisados no País.

O resultado condiz com o mau desempenho dos alunos brasileiros em leitura em avaliações internacionais, como o Pisa. No último exame, feito em 2006, mais de 50% ficaram nos mais baixos níveis de compreensão e interpretação de textos.

A quantidade de livros aumenta conforme a classe social, a escolaridade e a região onde vivem. Entre os que ganham mais de 10 salários mínimos, por exemplo, são 5,3 livros por ano, sem contar os didáticos. O índice é próximo dos registrados em outros países, como Espanha (5 livros por ano) ou Argentina (5,8). Na França, são mais de 7. Já na Região Norte do Brasil, praticamente só se lê o que a escola pede.

Especialistas são unânimes em salientar a importância do livro didático para incentivar a leitura entre estudantes. Mas acreditam que menos de dois livros por ano é uma média baixa. Mesmo com essa média baixa, os estudantes ainda lêem mais do que a população em geral, cujos dados serão divulgados hoje.

“Um bom trecho literário num livro didático leva o aluno a procurar o livro todo, a buscar o autor”, diz a educadora e especialista em leitura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Maria Antonieta Cunha.

Para o coordenador da pesquisa, Galeno Amorim, isso mostra a importância dos programas de distribuição de livros didáticos do governo, que existem desde os anos 90. O Ministério da Educação compra exemplares – didáticos e de literatura, para as bibliotecas – para todas as escolas do País.

Apesar disso, 46% dos estudantes do País dizem não freqüentar bibliotecas. “Muitas vezes as escolas têm os acervos enviados pelo governo, mas não montam a biblioteca por falta de funcionário, de espaço. Existe também essa dificuldade de acesso físico ao livro”, completa a pesquisadora do Instituto Fernand Braudel, Patrícia Guedes, que coordena um programa que estimula a leitura nas escolas públicas.

Ela conta que, muitas vezes, o estudante afirma não gostar de ler “porque não teve alguém que despertasse essa paixão nele”. “Não há políticas públicas nesse sentido, só práticas isoladas de alguns professores”, afirma. Na pesquisa, 17% afirmaram não gostar de ler.

TV, música, sair com amigos e descansar são itens que vêm antes da leitura na preferência dos estudantes para ocupar o tempo livre. “Eles não percebem que o livro, assim como a TV e o cinema, também relaxa. A leitura é vista como uma obrigação”, diz Maria Antonieta.

As gêmeas Camila e Bianca Silva de Moura, de 9 anos, são exemplos de que há exceções. “Ler é muito mais legal do que ver TV, do que mexer no computador”, diz Bianca, que contabiliza “uns 50 livros” lidos desde que foi alfabetizada.

As duas moram no Itaim Paulista, estudam em escola pública e seus pais nem sequer terminaram o ensino médio. A mãe, Laura, sempre incentivou a leitura, trocando livros com os vizinhos e emprestando exemplares da escola. Nesse ponto, a família Silva entra nas estatísticas: 62% dos estudantes dizem que a mãe é uma das pessoas que mais os influenciam a ler.

“O último livro que li foi na 5ª série”, diz o estudante do ensino médio Leonardo Matsumura, de 16 anos. Ele conta que, quando os professores solicitam a leitura de um livro, ele procura resumos na internet. Na pesquisa, 8% dos estudantes dizem ler com freqüência na internet.

O Instituto Pró-Livro é uma entidade fundada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e pela Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros). “Os índices vêm melhorando, mas ainda são insuficientes”, diz o presidente da Abrelivros e do instituto, Jorge Yunes.

Veja os posts anteriores:

Machado, Rosa e o Brasil

Exposição dedicada a Gilberto Freyre em SP segue até o dia 18 de maio

Manifesto surrealista de André Breton vai a leilão em Paris

Um pouco mais de Chico. Budapeste

Biblioteca Virtual

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Neste ano, além dos 200 anos da vinda da Corte portuguesa, o Brasil comemora duas datas muito mais satisfatórias: 100 anos da morte de Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) e 100 anos do nascimento de João Guimarães Rosa (1908-1967). São nossos dois maiores escritores, ou formulemos assim: Machado é o maior escritor brasileiro do século XIX e Rosa é o maior escritor brasileiro do século XX. O século XXI ainda não viu o equivalente de Machado e Rosa.

É muito fácil, no entanto, discorrer sobre como Machado e Rosa são diferentes. Machado é urbano, intimista e irônico; Rosa, sertanejo, mítico e metafísico. Machado talvez não gostasse do estilo cheio de palavras difíceis e pontuações heterodoxas de Rosa. Rosa se queixou da “afetação” de Machado, embora em seu discurso de posse na Academia Brasileira de Letras – co-fundada por Machado, que foi seu primeiro presidente – tenha cumprimentado o “ver claro e quieto” do autor de Dom Casmurro e embora sua própria literatura não deixe de ter “afetação”.

O mais importante é parar e examinar o quanto há em comum entre eles, afora sua posição no cânone literário nacional. Chamo atenção para duas coisas. Primeiro, ambos são artistas-pensadores, tanto que não diziam fazer “romance” no sentido tradicional, “romance de costumes”, e sim “romance de análise” (Machado) e “contos filosóficos” (Rosa). Não estavam interessados apenas em narrar uma historinha superficial, mas em revelar correntes profundas, universais, do comportamento humano. Não temo afirmar que, nesta terra de escassos pensadores, e com a licença de Pelé e Tom Jobim, Machado e Rosa foram nossos dois únicos gênios.

Segundo, ambos são artistas-pensadores que se dedicaram a pensar o Brasil. Não para lhe dar uma “identidade” ou “síntese”. Sempre rejeitaram esse conceito essencialista de que a arte deve resumir uma cultura nacional. Mas pensaram o Brasil porque mergulharam nos microcosmos em que cresceram e viram neles toda sua riqueza de implicações. Machado, que dizia que o “instinto de nacionalidade” é um “certo sentimento íntimo”, escreveu sobre a transição de mentalidades envolvida na troca da monarquia pela república, criticando o fato de que grupos de poder se alternam sem que a estrutura mude. Rosa, que dizia que a “brasilidade” é “indefinível”, escreveu sobre um país à margem da civilização, iletrado, que oscila entre o arcaico e o moderno. Ambos admiravam os “bons instintos” (Machado) do brasileiro, mas criticaram o atraso do país, muitas vezes justificado como preservação desses bons instintos.

Eruditos, leitores da Bíblia e de toda a literatura universal, criadores de linguagem que trouxeram experimentos inéditos para a prosa brasileira, preocupados sobretudo com as dualidades da vida, eles examinaram a alma difusa dos indivíduos em geral e dos brasileiros em particular. Não por acaso, escreveram com conto de mesmo nome, O Espelho, em que os personagens procuram por sua figura e jamais a vêem nítida… Tomara que o Brasil utilize as efemérides para se enxergar mais profundamente nesses dois grandes espelhos literários.

 

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Exposição dedicada a Gilberto Freyre em SP segue até o dia 18 de maio

Manifesto surrealista de André Breton vai a leilão em Paris

Um pouco mais de Chico. Budapeste

Biblioteca Virtual

😉

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O Museu da Língua Portuguesa prorrogou até 18 de maio de 2008 a exposição “Gilberto Freyre – Intérprete do Brasil”, com quadros, documentos e objetos do sociólogo e antropólogo autor de “Casa Grande e Senzala”, morto há 20 anos.

Composta por objetos pessoais, quadros e registros históricos do desenvolvimento de sua obra, a mostra expõe correspondências que o escritor manteve com artistas como Cândido Portinari, Heitor Villa-Lobos e Carlos Drummond de Andrade.

“Intérprete do Brasil” também reúne material de pesquisa usado por Freyre para escrever “Casa Grande e Senzala, livro que retrata a formação do Brasil com base na miscigenação dos povos.

 

 “Gilberto Freyre – Intérprete do Brasil”
Quando:
Até 18 de maio de 2008, de terça a domingo, das 10h às 18h
Onde: Museu da Língua Portuguesa, Praça da Luz, s/nº, Centro – São Paulo – SP
Tel.: (0/xx/11) 3326-0775
Quanto: R$ 4,00

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Biblioteca Virtual

Oi pessoal

Vou recomendar um site que descobri recentemente e achei muito bacana.

É só clicar na imagem aqui em baixo que ele abre automaticamente. Aproveitem a sessão dos professores web e essa biblioteca virtual. Muito bacana!

Abraços

:0)

Educação 24 Horas

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Os livros que não lemos

por Umberto Eco

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Cena de Ulisses, adaptação dirigida por Joseph Strick, 1967

Lembro-me (mas, como veremos, isso não significa que eu me lembre direito) de um belíssimo artigo de Giorgio Manganelli, no qual ele explicava como um leitor requintado pode saber que um livro não é para ser lido mesmo antes de abri-lo. Ele não estava se referindo àquela virtude que muitas vezes se exige do leitor profissional (ou ao amador de bom gosto), a de conseguir resolver por algumas palavras iniciais, por duas páginas abertas ao acaso, pelo sumário, não raro pela bibliografia, se um livro vale a pena ou não ser lido. Isso, diria eu, são ossos do ofício. Não, Manganelli se referia a uma espécie de iluminação, da qual, evidente e paradoxalmente, se arrogava o dom.

Como falar dos livros que não lemos?, de Pierre Bayard, psicanalista e docente universitário de literatura, não trata de como saber se devemos ler um livro ou não, mas de como se pode falar tranqüilamente de um livro que não se leu, mesmo de professor para estudante, e mesmo em se tratando de um livro de importância extraordinária. Seu cálculo é científico: os acervos das boas bibliotecas contêm alguns milhões de volumes, e mesmo que leiamos um volume por dia, leríamos apenas 365 livros por ano, 3.600 em dez anos, e entre dez e 80 anos teríamos lido apenas 25.200 livros. Uma inépcia. Aliás, quem quer que tenha tido uma boa educação secundária sabe perfeitamente que pode acompanhar um raciocínio sobre, digamos, Bandello, Boiardo, inúmeras tragédias de Alfieri e até sobre As confissões de um italiano [de Ippolito Nievo] tendo aprendido sobre eles apenas o título e a classificação crítica na escola.
O ponto crucial, para Bayard, é a classificação crítica. Ele afirma, sem o menor pudor, que nunca leu o Ulisses de Joyce, mas que pode falar sobre ele aludindo ao fato de que se trata de uma retomada da Odisséia (que ele, aliás, admite não ter lido por inteiro), que se baseia no monólogo interior, que se passa em Dublin em um único dia etc. Assim escreve: “Portanto, em meus cursos acontece com certa freqüência que, sem pestanejar, eu mencione Joyce”. Conhecer a relação de um livro com outros livros não raro significa saber mais sobre ele do que o tendo lido.

Bayard mostra que, quando começamos a ler livros há certo tempo negligenciados, percebemos que conhecemos seu conteúdo porque entrementes havíamos lido outros livros que falavam deles ou se moviam dentro da mesma ordem de idéias. E (assim como faz algumas divertidíssimas análises de textos literários em que se trata de livros nunca lidos, de Musil a Graham Greene, de Valéry a Anatole France) honra-me ao dedicar um capítulo ao meu O nome da rosa, no qual Guilherme de Baskerville demonstra conhecer muito bem o conteúdo do segundo livro da Poética, de Aristóteles, que ainda assim ele tem na mão pela primeira vez, simplesmente por deduzi-lo de outras páginas aristotélicas. Veremos depois, no final dessa Ecco!, que não menciono esta citação por mera vaidade.

A parte mais intrigante desse panfleto, menos paradoxal do que poderia parecer, é que esquecemos uma porcentagem altíssima até daqueles livros que lemos realmente. Aliás, compomos uma espécie de imagem virtual a seu respeito, imagem feita nem tanto do que eles diziam, e sim do que fizeram passar em nossa mente. Por isso se alguém que não leu determinado livro citar para nós passagens ou situações ali inexistentes, somos mais que propensos a acreditar que o livro fala realmente daquilo.

É que Bayard não está tão interessado em que as pessoas leiam os livros alheios, mas antes no fato de que cada leitura (ou não-leitura) tenha de ter um aspecto criativo e que (utilizando palavras simples) em um livro o leitor tenha de colocar, antes de tudo, farinha de seu saco. A ponto de auspiciar uma escola em que – já que falar de livros não lidos é uma maneira para conhecer a si próprios – os estudantes “inventem” os livros que não deverão ler.

Exceto o fato de que Bayard, para mostrar que ao se falar de um livro não lido até quem o leu não percebe as citações erradas, lá pelo final de seu discurso confessa ter introduzido três notícias falsas no resumo de O nome da rosa, de O terceiro homem, de Graham Greene, e de A troca, de David Lodge. O caso divertido é que, ao ler, percebi de imediato o erro sobre Greene, tive uma dúvida a propósito de Lodge, mas não tinha percebido o erro a propósito de meu livro. Isso significa que provavelmente não li direito o livro de Bayard ou então que eu apenas o folheei. Mas a coisa mais interessante é que Bayard não se deu conta de que, ao denunciar seus três (propositais) erros, assume implicitamente que há, dos livros, uma leitura mais correta do que outras – tanto que, dos livros que analisa para sustentar sua tese da não-leitura, dá uma leitura muito minuciosa. A contradição é tão evidente que dá margem à dúvida de que Bayard não tenha lido o livro que escreveu.

 

 

 

  

Umberto Eco é professor de semiologia da Universidade de Bolonha, na Itália, e autor, entre outros, de A misteriosa chama da rainha Loana, Baudolino, O nome da rosa e o pêndulo de Foucault

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Escritores memoráveis

José Saramago

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José de Sousa Saramago nasceu em 1922, em Azinhaga, aldeia ao sul de Portugal, numa família de camponeses.Autodidata, antes de se dedicar exclusivamente à literatura trabalhou como serralheiro, mecânico, desenhista industrial e gerente de produção numa editora.

Iniciou sua atividade literária em 1947, com o romance Terra do Pecado, só voltando a publicar (um livro de poemas) em 1966.

Atuou como crítico literário em revistas e trabalhou no Diário de Lisboa. Em 1975, tornou-se diretor-adjunto do jornal Diário de Notícias. Acuado pela ditadura de Salazar, a partir de 1976 passou a viver de seus escritos, inicialmente como tradutor, depois como autor.

Em 1980, alcança notoriedade com o livro Levantado do Chão, visto hoje como seu primeiro grande romance. Memorial do Convento confirmaria esse sucesso dois anos depois.

Em 1991, publica O Evangelho Segundo Jesus Cristo, livro censurado pelo governo português – o que leva Saramago a exilar-se em Lanzarote, nas Ilhas Canárias (Espanha), onde vive até hoje.

Foi ele o primeiro autor de língua portuguesa a receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 1998. Entre seus outros livros estão os romances O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984), A Jangada de Pedra (1986), Ensaio sobre a Cegueira (1995) e O Homem Duplicado (2002); a peça teatral In Nomine Dei (1993) e os dois volumes de diários recolhidos nos Cadernos de Lanzarote (1994-7). 

  • Ano da Morte de Ricardo Reis (O). Lisboa, Caminho, 1982, 415 p.
  • Ano de 1993 (O). Lisboa, Futura, 1975, 69 p.
  • Apontamentos (Os). Lisboa, Seara Nova, 1976. 246 p.
  • Bagagem do Viajante (A). Lisboa, Futura, 1973, 201 p.
  • Cadernos de Lanzarote I. Lisboa, Caminho, 1994, 177 p.
  • Cadernos de Lanzarote II. Lisboa, Caminho, 1995
  • Cadernos de Lanzarote III. Lisboa, Caminho, 1996
  • Cadernos de Lanzarote IV. Lisboa, Caminho, 1997
  • Cadernos de Lanzarote V. Lisboa, Caminho, 1998
  • Conto da Ilha Desconhecida (O). Lisboa, Expo’98/Assírio&Alvim, 1997, 35 p.
  • Deste Mundo e do Outro. Lisboa, Arcádia, 1971, 213 p.
  • Discursos de Estocolmo. Lisboa, Caminho, 1999, 39 p.
  • Ensaio sobre a Cegueira. Lisboa, Caminho, 1995, 310 p.
  • Ensaio sobre a Cegueira. Lisboa, Círculo de Leitores, 1995, 310 p.
  • Evangelho segundo Jesus Cristo (O). Lisboa, Caminho, 1991, 445 p.
  • História do Cerco de Lisboa. Lisboa, Caminho, 1989, 348 p.
  • In nomine Dei. Lisboa, Caminho, 1993, 164 p.
  • Jangada de Pedra (A). Lisboa, Caminho, 1985, 330 p.
  • Levantado do Chão. Lisboa, Caminho, 1980, 366 p.
  • Manual de Pintura e Caligrafia. Lisboa, Moraes Editores, 1976, 347 p.
  • Memorial do Convento. Lisboa, Caminho, 1982, 357 p.
  • Moby Dick em Lisboa. Lisboa, Expo’98, 1996, 55 p.
  • Noite (A). Lisboa, Caminho, 1979, 115 p.
  • Objecto Quase. Lisboa, Moraes Editores, 1978, 139 p.
  • Opiniões que o D. L. Teve (As). Lisboa, Seara Nova/Editorial Futura, 1974, 222 p.
  • Poemas Possíveis (Os). Lisboa, Portugália, 1966, 188 p.
  • Provavelmente Alegria. Lisboa, Livros Horizonte, 1970, 97 p.
  • Que farei com este livro? Lisboa, Caminho, 1980, 167 p.
  • Segunda Vida de Francisco de Assis (A). Lisboa, Caminho, 1987, 132 p.
  • Terra do Pecado. Lisboa, Minerva, 1947, 331 p.
  • Todos os Nomes. Lisboa, Caminho, 1997, 279 p.
  • Viagem a Portugal. Lisboa, Círculo de Leitores, 1981, 237 p.

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